Criação de uma nova unidade de negócios e post-merger integration dos activos da infraestrutura de telecomunicações em França e na Suíça
"A expansão internacional do cliente para diferentes geografias europeias foi um desafio que exigiu a conceção de um modelo de sucesso que permitisse industrializar uma metodologia de integração adaptada à cultura e legislação de cada país"
Desafio
O modelo de negócio de compra e aluguer de torres de telecomunicações de operadores de infraestruturas a operadores de telecomunicações é desenvolvido nos EUA e posteriormente alargado à Europa. O modelo surge da necessidade dos operadores de telecomunicações gerarem fluxos de caixa para poderem investir em novas tecnologias (por exemplo, 5G). Para isso, desprendem-se de ativos como torres de comunicação.

Neste contexto, um operador espanhol de infraestruturas de telecomunicações sem fios aspira a ser líder do setor na Europa. Para tal, segue um ambicioso plano de expansão geográfica inorgânica baseado na aquisição de ativos de operadores de telecomunicações de diferentes países.
Solução
A nossa colaboração começa assim que a operação de aquisição é concluída. É então que surge a necessidade de constituir uma empresa local para integrar e operar as infraestruturas atribuídas, mantendo os padrões de qualidade, eficiência e rentabilidade obtidos nos seus mercados consolidados e adaptando-se às necessidades e desafios locais do setor.

O trabalho realizado centrou-se em acelerar a criação das capacidades da nova empresa local, garantindo a integração dos ativos em tempo útil, de forma a fortalecer a relação com o parceiro estratégico e facilitar a coordenação entre as áreas corporativa e local. Da mesma forma, definimos uma metodologia específica replicável em futuras operações de integração em novas geografias, a fim de industrializar o processo.
Benefícios para a organização
O projeto foi muito bem sucedido por cumprir os prazos acordados nos contratos de transferência sem qualquer impacto grave nos primeiros meses de gestão de ativos, evitando penalizações por quebra de contratos e acelerando a gestão e rentabilidade das torres adquiridas.